quinta-feira, 14 de abril de 2011

Resumo de história 2a prova 1° trimestre



Resumo de História

República dos coronéis

!  contexto

Período da história do Brasil onde o governo foi exercido pelos latifundiários de café e gado (SP e MG) república do café com leite

Divisão – República velha (1904 – 1985)
                 Republica nova (pós 1985)

2) Governo de Prudente de Moraes

Inicio da república das oligarquias

- governo dos latifundiários de café (SP) e gado (MG)

Mecanismo – Fraude e coronelismo aliança entre MG e SP – política do café com leite

2 partidos – PRP (partido republicano paulista) e PRM (partido republicano Mineiro)

3) Governo de campos Sales (1898 – 1902)

Política dos governadores – aliança entre os governos estaduais e o federal

4) movimentos sociais

a)      Revolta da vacina (RJ) 1904

-Aumento populacional e problemas de saúde pública
-falta de saneamento básico
-!904 diretor de saúde pública Osvaldo cruz
Vacina obrigatória contra a varíola
-Revolta da população – medo, falta de informação, ato imoral

b)      Revolta da chibata

Governo: Hermes da Fonseca
Movimento de rebelião dos marinheiros contra castigos corporais (chibata)

Formação: Oficiais: Camada rica
                   Marinheiros: Pobres e negros

Governo: Repressão violenta

C) Guerra de canudos

-Foi um movimento religioso, no sertão nordestino
-líder Antônio conselheiro

-Governo: Repressão violenta

5) crise na oligarquia do café

Causas: descontentamento popular e militar

1917: Greve geral dos operários em SP

Motivos: Fim do trabalho de mulheres e crianças, aumento salarial e queda na jornada de trabalho

Governo: Repressão violenta

Movimento Tenentista: Movimento de jovens oficiais contra a política nacional

Governo: Repressão violenta

Coluna Prestes: Movimento liderado por Lúcio Carlos Prestes, com o objetivo de divulgar idéias de oposições ao governo

Governo: Repressão violenta

¨6) Movimento cultural

“Semana de arte moderna”

Apresentação de músicas, exposições, pintura e escultura

Objetivo: Criticar a influência estrangeira na arte nacional

Valoriza a cultura nacional

Imperialismo

1)      Conceito

Foi o domínio de um país sobre o outro, através da: força, ideologia e economia

2)      Causas do imperialismo

-revolução industrial
-Busca de matéria-prima
-Busca de mercado consumidor
-Industrialização da: França, EUA, Alemanha e Japão
-Neocolonialismo
-Investimento de capitais

3) Atuação imperialista

Militar – Uso de armas

Ideológico: superioridade

Econômico: Relação entre os países europeus, africanos e asiáticos

Conferência de Berlim (1884 – 1885)

Foi à divisão do continente africano, entre os países europeus

1ª guerra mundial (1914 – 1918)

1)      Causas

Corrida imperialista – Alemanha passou a exercer pressão sobre os países europeus, por áreas na África e Ásia

Revanche França – Queria recuperar territórios da Alsácia e Lorena, perdidos para a Prússia

Nacionalismo – Defendia a ideia de que povos da mesma origem étnica devem morar em um mesmo território (País)

2 correntes – Paneslavismo: união dos povos eslavos: Russos, sérvios e poloneses
                      Pangermanismo: união dos povos germânicos: alemães e austríacos

Política da Paz armada – desenvolvimento de novas armas pelos países

Alianças militares – formação de 2 eixos

Tríplice aliança – Alemanha, Itália, Austro – Hungria
Tríplice entente – França, Inglaterra, Rússia e EUA

Rússia: saída para o mar mediterrâneo

2)      Inicio do conflito

Europa: Barril de pólvora

Inicio: Monte de Francisco Ferdinando na Sérvia, por um estudante sérvio

Austro – Hungria – declara guerra á servia

Rússia passou a apoiar a servia
Deslocamento dos exércitos rumo às fronteiras
Alemanha: guerra em 2 frentes: ocidental (frança + Inglaterra) e Oriental (Rússia)
Alemanha invade a Bélgica
Inicio da guerra de trincheiras
Inglaterra: excelente desempenho naval
1917 Rússia assina o tratado de Brest – litovosk com Alemanha saindo da guerra
Alemanha ataca os barcos americanos
1918 EUA entram na guerra ao lado da tríplice entente – aumentando o poder militar
Itália passa apoiar a tríplice entente
Alemanha é derrotada – fim da guerra

3)      Tratado de Versalhes

Alemanha- pagamento de indenizações aos vencedores
Alemanha- perda de território
Fim da indústria bélica alemã
Redução do número de armas e militares

4)      Conseqüências

Formação da liga das nações
Enfraquecimento dos países europeus
Aumento do poder político, econômico e militar do EUA
Grande numero de mortes: 10 milhões
Aumento do numero de armas
Aumento de idéias socialistas
Mudança no mapa europeu: formação de novos países: Áustria, Hungria, Iugoslava e Tchecoslováquia

Crise do capitalismo e Regimes totalitários

1)      Contexto histórico

Foi o período que ocorreu entre o fim da 1ª guerra mundial e o inicio da 2ª guerra

2)      Crise de 1929

Falta de mão-de-obra
Desemprego
Falta de mercado consumidor
Inflação
Liberalismo econômico
Aumento da produção industrial nos EUA
Recuperação da economia européia

3)      Quebra de bolsa de valores de nova Iorque 1929

Supervalorizações das ações nos EUA
Grande oferta de títulos
24 – 10 – 1929: quinta-feira negra – preço das ações despencam
Falência de empresas
Desemprego
Queda de consumo

Recuperação dos EUA

Eleição de roselvelt
Política New Deal
Criação de empregos públicos
Seguro desemprego
Limite de jornada de trabalho
Queda de importações

4)      Fascismo italiano

Crise econômica – desemprego, inflação
1921 partido fascista – líder: Benito Mussolini
Manifestações dos camisas negras, para o fim do rei Vitor Emanuel III
Burguesia + Povo – apoio a Mussolini
Idéias fascistas -> violência, exaltação do líder, guerra, nacionalismo, mitologia

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Resumo de ciências 2a prova 1° trimestre

Resumo de ciências

Matéria da prova:

3 leis de Newton
Trabalho de uma força paralela ao deslocamento

Primeira lei de Newton ou Inércia

“Inércia é a propriedade comum a todos os corpos materiais, mediante a qual eles tendem a manter o seu estado de movimento ou de repouso.”

Traduzindo: Inércia é uma lei aplicada a todos os materiais, a lei consiste em dizer que um objeto que está em movimento tem tendência de continuar em movimento e um objeto que está em repouso tem tendência de continuar me repouso.

“Um corpo livre da ação de forças permanece em repouso (se já estiver em repouso) ou em um movimento retilíneo uniforme (se já estiver em movimento)”

Traduzindo: Um corpo livre da ação de qualquer força, seja ela contrária ou não, permanece em repouso (se estiver em repouso) ou permanece em movimento de linha reta se estiver em movimento, ou seja, tem tendência de continuar no estado que já está.

Segunda lei de Newton

F = M .A

F = força
M = Massa
A = Aceleração

Força: É  medida em Newtons e é aplicada sobre determinado objeto

Massa: É medida em Kg, a massa é igual em qualquer lugar, em qualquer planeta

Aceleração: É resultado da velocidade (m/s) dividido pelo tempo (segundos)

Ex: Um corpo de massa 0,6 kg foi empurrado por uma força que lhe comunicou uma aceleração de 3 m/s². Qual o valor dessa força?

F = M . A
F = 0,6 kg . 3m/s²
F = 1,8 N

Peso e massa de um corpo

Massa: Quantidade de matéria (nunca muda)
Peso: força que a gravidade exerce (depende do planeta)

P = m . g
P = peso (N)
M = massa (kg)
G = aceleração da gravidade (m/s²)

Ex: Calcule as força que a terra puxa um corpo de 20kg quando ele está em sua superfície (dado g = 10 m/s²)

P = m . g
P = 20 . 10
P = 200 N

Terceira lei de Newton ou lei da ação e reação

“ a toda ação corresponde uma reação, com a mesma intensidade, mesma direção e sentidos contrários”

Traduzindo: a toda ação feita tem sempre uma reação, com mesma força e direção, só que no sentido contrário.

  • Ex: Um nadador empurra a água para trás com auxílio das mãos e dos pés.
Neste caso a força que o nadador aplica sobre a água é (quase) a mesma que o empurra para a frente, pois a força aplicada sobre a água gera uma força de mesma intensidade e de sentido diferente.



Trabalho de uma força paralela ao deslocamento

Quando aplicamos uma força sobre um corpo, provocando um deslocamento estamos gastando energia, estamos realizando um trabalho.

T = F. d

T= trabalho (J)
F = força (N)
D = distância (m)

Unidade de trabalho = Joule

Ex: calcular o trabalho realizado por uma força de 28 N que desloca um objeto numa distância de 2 m na mesma direção e sentido de força

T = F . d
T = 28 . 2
T = 56 N

domingo, 10 de abril de 2011

Grupo de estudos de ciências

dia 11/04/11 na sala 9 a partir das 2 horas da tarde estarei formando um grupo de estudos

Matéria: ciências

Os interessados por favor me procurem na 9a A matutino preciso da relação de alunos que virão

conto com vocês...

*nota: embora eu vá formar um grupo de estudos também haverá um resumo disponível aqui no blog para as pessoas que não poderão participar

Resumo de Inglês 2a prova 1° trimestre (diferenciada)


Resumo da prova de inglês

Prova diferenciada

Matéria:

Can / Have to

Can indica capacidade de fazer alguma coisa e have to indica a obrigação de fazer essa coisa

Ex: Eu posso fazer um bolo
       Eu tenho que fazer o dever

I can do a cake
I have to do homework

Eu não posso fazer um bolo
Eu não tenho que fazer dever

I can’t do a cake
I don’t have to do homework

Eu posso fazer um bolo?
Eu tenho que fazer dever?

Can I do a cake?
Do I have to do homework?

Use to/ Used to

Use to é usado para ações que você costuma fazer
Used to é usado para ações que você costumava fazer

Eu costumo dormir as 10
Eu costumava dormir as 7

I use to sleep at 10
I used to sleep at 7

Eu não costumo ler muito
Eu costumava ler pouco

I use to read much
I used to read few

Eu costumo ser rápida?
Eu costumava ser rápida

Did I use to be fast?
Did I used to be fast?

Lista de exercícios

Texto: da pg 312

Hi Tanya

It’s 8 o’clock in the morning here in Brasilia and I’m writing this email to you I the garden of my home. It’s summer here in Brazil and I usually wake up really early and have a breakfast in the garden when it’s very hot. At the moment my brother Fábio is swimming in the pool and my mom and dad are going to work. Fábio and I are lucky because it’s summer vacations and we don’t have to go to school. Fábio is studying for his exams at the moment but at least he can review the pool!
            A cousin of ours is staying with us at the moment. His name is Marco and he lives is Italy. He speaks Italian as well as Portuguese. He is older than us and he is helping my mom and dad is their business for two months before he goes back to Italy. Poor Marco… he doesn’t like hot weather and he has wear a suit in the office every day.
            How you and what are are you doing? It’s winter there in New York, Isn’t it? Is very cold? It’s snowing? Are you on vacations right now? How many weeks vacation do you have for Christmas? We always have two weeks.

Write to me soon,
Juliana

Tradução:

Oi Tanya,

            São oito horas da manhã aqui em Brasília e eu estou escrevendo esse e-mail para você do jardim da minha casa. É verão aqui Brasil e normalmente eu acordo realmente cedo e tomo café da manhã no jardim quando está muito quente. No momento meu irmão Fábio está nadando na piscina e minha mãe e pai estão indo trabalhar. Fábio e eu estamos com sorte porque estamos nas nossas férias de verão e nós não temos que ir para a escola. Fábio está estudando para seus exames no momento, mas pelo menos ele não pode ver a piscina!
            Um primo nosso está ficando conosco no momento. Seu nome é Marco e ele vive na Itália. Ele fala italiano melhor que português. Ele é mais velho que nós e ele está ajudando meu pai e mãe nos negócios por dois meses antes de ele voltar para a Itália. Pobre Marco... Ele não gosta do tempo quente e ele tem que usar um terno no escritório todos os dias.
            Como vai você e o que você está fazendo? É inverno ai em Nova York, não é? Está muito frio? Está nevando? Você está de férias agora? Quantas semanas de férias você tem para o Natal? Nós temos duas semanas.

Escreva pra mim em breve,
Juliana

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Resumo de matemática 2a prova do 1° trimestre


Resumo de matemática

2ª prova 1° trimestre

Função de 1° grau

Uma função de 1° grau

Na prova pode ser que o professor dê a função e peça para fazer o gráfico, ou dê o gráfico e peça para identificar a função

Tendo a função e precisando montar o gráfico

A)    Y = X+2


X
Y
1
3        (A)
2
4        (B)
3
5        (C)
 4
6         (D)

Escolho quaisquer números para X

Y = X +2
Y = 1 + 2 = 3
Y = 2 + 2 = 4
Y = 3 + 2 = 5
Y = 4 + 2 = 6

Os pontos que fizemos na tabela são os pontos que colocaremos no plano cartesiano seguindo a regra: Sempre o eixo X primeiro /, depois o eixo Y

E o gráfico ficará assim:





Outro tipo de exercício

Se o professor der o gráfico e pedir pra identificar a função que o gerou

Peguemos como exemplo esse gráfico:





Para descobrirmos a função que o gerou, teremos que descobrir o A (coeficiente angular), o B (coeficiente linear), e o 0 da função

Olhando no gráfico, B é onde a reta cruza o eixo Y que é o 3
                                 0 da função é onde a reta cruza o eixo X que é o - 3 também
                                 Para descobrirmos o valor de A, dividimos a distância entre onde as retas se cruzam até o B e a distância do encontro das retas até o 0 da função, se o gráfico for crescente (que cresce) olhando da esquerda para a direita, o resultado será positivo, se for decrescente o resultado será negativo.

Por mais que o n° seja negativo, a distância sempre será positiva, no caso o – 3, será 3

No caso: 3 / 3 = 1 (gráfico crescente), ou seja, 1 mesmo

Pronto, temos os números, agora falta montar a função

 A função base para esse tipo de exercício é: Y = AX + B (decorar)

Substituímos respectivamente A por A e B por B

Y = 1x + 3

Como o n° 1 ali não muda nada

Deixamos a função sendo: Y = X + 3


Existem contas que podemos fazer através das funções, que nos dizem o coeficiente angular, o linear e o zero da função

Zero da função

É só substituir o Y por 0 e isolar o X

Ex: Y = X - 5
        X - 5 = 0
       X 0= + 5

X0 = zero da função
X0 = 5

Para descobrirmos o coeficiente angular (A) de uma função basta olhar para ela;

Y = X + 5
Y = 1x +5

A = N° que fica junto do X, como não há nem um número, dizemos que lá tem o N° 1
A = 1

Para descobrirmos o coeficiente linear de uma função também só é preciso olhar

Y = X + 5

B = N° que fica sozinho, sem letra, pode não haver coeficiente linear 0
B = 5

Na prova ele pode também, somente pedir para indicar os termos citados á cima, sem necessidade de fazer um gráfico

Gráficos

Existem 3 tipos de gráfico

Crescente: aquele que sobe (olhando da esquerda para a direita)
Decrescente: aquele que desce (                   ||                             )
Constante: aquele que fica uma linha reta, não sobe nem desce




Se o A > 0 a função será crescente
Se o A < 0 função será decrescente
Se o A = 0 função constante

Ex: Crescente: Y = 2x +3
   Decrescente: Y = - x  -2
   Constante: Y = -2
        

Inequações

Uma inequação é o contrário de uma equação, no caso da equação (lembram do exemplo da balança?) a balança está em total equilíbrio, por isso é usado o símbolo =,
Já numa inequação a balança está em desequilíbrio, tendo assim um lado < ou > que o outro:

Ex: X – 3 > 0

Resolvemos essa inequação da mesma maneira que resolvemos uma equação, isolando o X

X > 3

Nesse caso temos infinitos números maiores que 3, então sempre temos que colocar a SOLUÇÃO   de uma função, nessa solução colocamos os universos a qual o n° pertence e colocamos o resultado na inequação

S = {X€R/ X>3}

Lê-se X pertence ao Universo dos números Reais tal que X é maior que 3.

Em alguns exercícios será pedida para fazer uma reta de acordo com a inequação, no caso a reta da inequação acima Será assim:





Existem também inequações com os símbolos ≤ ou ≥ , resolve- se da mesma maneira, só que a reta, ao invés de a bola da reta ser aberta, será fechada, exemplo:

X – 4 ≥ 0
X ≥ 4

S = {X€R/X≥4}

Reta:






Lembrando que quando, numa inequação temos de multiplicar por – 1 inverte o sinal, < vira >, > vira < e o mesmo para ≥≤


Estudo do Sinal

Estudo do sinal é quando verificamos se o X for um N° maior que o X0 a função será positiva ou negativa e se X for um N° menor que o X0 a função será positiva ou negativa

Ex: Y = X + 4 – 1° descobrimos o 0 da função

X + 4 = 0
X0 = -4

               -
               X0
                     +
              X < -4
                 -4
                X > - 4



Pegue um N° menor que -4, por exemplo -5 e substitua na função

Y = - 5 + 4
Y = - 1

Ou seja, quando o valor de X for inferior ao valor do X0 a função será negativa
X< - 4 = -

Agora pegue um N maior que -4, por exemplo, 0 e substitua na função

Y = 0 + 4
Y = 4

Ou seja, quando o valor de X for superior ao valor do X0 a função será positiva
X> - 4 = +


Estudo dos sinais nada mais é do que fazer aquela pequena tabela





Exercícios de revisão

*Agradecimentos ao Prof. Fabiano


1)      Dadas as Funções do primeiro grau, identifique os coeficientes:

A)    Y = 2x + 3
B)     Y = 4 – X
C)    Y = 5X
D)    3X – 5Y + 2 = 0
E)     X – Y = 2

2)      Determinar os zeros das seguintes funções:

A)    Y = 2X – 5
B)     Y = 4 - 3X
C)    Y = 3X – 9
D)    Y = X/7 + 35
E)     Y = 4X/5 = 3
F)     Y = 6 – 2/5X

3)      Dadas as seguintes funções, escreva, corretamente, se são crescentes ou decrescentes

A)    Y = 2x – 9
B)     Y = -3X + 6
C)    Y = -2
D)    Y = 45 + X/45
E)     X + Y – 3 = 0
F)     Y - √3 = 0
G)    3X – 2Y = - 4

4)      Faça o estudo de sinais das seguintes funções:

                  Funções
          +
        X0
 -
1
Y = -3X



2
Y = 2X + 5



3
Y = 3 –X



4
Y = 4 + 3x





5)      Verifique o sinal das seguintes funções (faça estudo dos sinais)
      
A) y = x + 9              B) y = - x + 9

6)      Determine o 0 das seguintes funções:

a)      y = x – 7
b)      y = - x + 10
c)      y = 6 – 2x
d)      y = 4x – 3
e)      y = 2 – 9x
f)        y = 1/2x + 5

+ Exercício 2 da página 92
+ Exercício 2 da página 106
+ Exercício 5 da página 108
+ Exercício 1 da página 338


segunda-feira, 4 de abril de 2011

Resumo de português 2a prova do 1° trimestre

Resumo da 2ª prova do 1° trimestre de português

Matéria da prova

-Analise sintática: Sujeito, Predicado, Transitividade verbal

A média de português desse trimestre será composta por 10 pontos da 1ª prova
                                                                                         +10 pontos da 2ª prova
                                                                                           10 pontos de trabalhos
E a soma desses pontos será dividida por Três



Analise sintática

Sujeito: é a pessoa que faz a ação proposta pelo verbo

Ex: Eu viajei semana passada

Quem viajou semana passada?

R: Eu, eu é o sujeito da frase

O sujeito pode ser classificado em sujeito simples (só um núcleo), sujeito composto (2 ou mais núcleos), sujeito oculto (fica implícito no verbo) ou sujeito indefinido (não se sabe ao certo)

Núcleo é a palavra principal do sujeito

Ex: Minha prima tem sete anos

Sujeito: Minha prima
Núcleo do sujeito: Prima
Classificação do sujeito: Sujeito Simples

Minha mãe, minha prima e minha irmã foram ao parque

Sujeito: Minha mãe, minha prima e minha irmã
Núcleo do sujeito: Mãe, Prima, Irmã
Classificação do sujeito: Sujeito Composto

Mudei semana passada

Sujeito: o sujeito está oculto, de acordo com a conjugação do verbo vemos que EU mudei semana passada, logo, sujeito oculto: Eu
Núcleo do sujeito: como está oculto não há núcleo
Classificação do sujeito: Sujeito Oculto

Foram ao passeio

Sujeito: quando o sujeito estiver oculto, mas for a 3ª pessoa do plural ou do singular, dizemos que o sujeito é indefinido, pois não se sabe ao certo quem é.
Núcleo: como é oculto não tem núcleo
Classificação: Sujeito Indefinido

*Não necessariamente o sujeito é a primeira palavra da frase, o sujeito pode estar no meio ou no final

Predicado: Predicado são o verbo mais o resto da frase sem ser o sujeito

Ex: Eu viajei semana passada

Classificação do predicado

Classificamos o predicado em verbal, nominal ou verbo-nominal

Verbal: é quando o verbo da frase é um verbo de ação

Os predicados verbais têm como característica os seguintes verbos:

Transitivo direto: Tem um complemento depois do verbo, mas não há preposição que os separa
Transitivo Indireto: Tem um complemento depois do verbo e há preposição
Intransitivo: Sem complemento

O termo a qual o verbo se refere é denominado objeto, se o verbo for transitivo direto será objeto direto e se o verbo for transitivo indireto será objeto indireto

Ex: Maria ganhou um carro

Sujeito: Maria (sujeito simples)
Verbo: Ganhou (verbo de ação, verbo transitivo direto)
Predicado: Ganhou um carro (predicado verbal)
Objeto: Carro (Objeto direto)

Eu preciso de ajuda

Sujeito: Eu (sujeito simples)
Verbo: preciso (Verbo de ação, Verbo transitivo indireto, preposição DE)
Predicado: preciso de ajuda
Objeto: ajuda (objeto Indireto)

Ele morreu no Rio de Janeiro

Note que a frase até o verbo tem sentido por si só, não necessita de complemento, no caso de “no Rio de Janeiro”, esse complemento nada mais é que um adjunto adverbial de lugar. Quando a frase pode terminar no verbo mantendo um sentido completo é um verbo intransitivo.

Sujeito: Ele (sujeito simples)
Verbo: Morreu (verbo intransitivo)


Nominal: é quando o verbo da frase é um verbo de ligação (estado ou fenômeno da natureza)
Verbo de ligação: verbo que liga o sujeito ao predicativo do sujeito

Quando a frase tiver predicado nominal, não temos um objeto, temos um predicativo do sujeito, ou seja, algum termo que caracterize o sujeito.

Ex: Eu e ele somos chatos

Sujeito: Eu e ele (Sujeito composto)
Verbo: Somos (verbo de ligação)
Predicado: Somos chatos
Predicativo do sujeito: Chatos

Predicado Verbo – nominal

É quando, numa frase há transitividade verbal acompanhada de um predicativo do sujeito ou do objeto

Os gatos miavam aflitos

Sujeito: Os gatos (sujeito simples)
Verbo: Miavam (Verbo de ação, Verbo intransitivo)
Predicativo do sujeito: Aflitos

Os alunos Compraram os livros amarelados

Sujeito: Os alunos (sujeito simples)
Verbo: Compraram (verbo de ação, verbo transitivo direto)
Objeto: Os livros (objeto direto)
Predicativo: Amarelados (predicativo do objeto)

Predicativo do objeto é o termo que dá uma característica ao objeto